Secundaristas promovem mais protestos contra reajuste de passagens

Foto: Silvio Stanislaw

A Prefeitura de Petrolina amanheceu nesta quinta-feira, 7, cercada por estudantes secundaristas das redes pública e privada. A UESPE, única entidade que lidera o movimento contra o aumento das passagens do transporte coletivo esteve  à frente da passeata pacífica reunindo duas centenas de filiados.

A concentração em frente à Prefeitura tinha como objetivo ocupar as instalações do prédio administrativo, o que não foi permitido pela guarda municipal. Após rápido entendimento “e para evitar tumulto “, conforme justificou um assessor do gabinete do prefeito Júlio Lóssio (PMDB), foi recebida pelo Secretário de Governo, Orlando Tollentino, uma comissão de estudantes que expôs todos “os pontos de questionamento ao abusivo aumento que surpreendeu a população, solicitando uma posição clara do Poder Executivo”, esclareceu a  líder da classe, Jaqueline Silva.

Esta é a segunda manifestação “de estudantes petrolinenses que estão sendo penalizados por um reajuste que não foi discutido com ninguém e que precisa ser melhor debatido e com a condução mais clara do prefeito Lóssio”, explicou o estudante secundarista, Luiz Pereira.

Após encontro com assessoria de Lóssio, os estudantes percorreram as principais avenidas e ruas de Petrolina, exibindo faixas, cartazes com trilha sonora movida a “apitaço”. O movimento tabém foi até a Camara Municipal e lá teve a compreensão dos parlamentares que enalteceram a luta estudantil. No salão de evento da Casa Plinio Amorim, realizaram uma assembleia. Mesmo diante de tantos protestos a Empresa de Transito e Transporte Coletivo do municipio não presta nenhum esclarecimento.

Na sessão desta quinta feira, da Camara Municipal os vereadores Ronaldo Souza (PSL) e José Batista da Gama (PDT), bateram duro no executivo, ao abodarem a situação do transito e do transporte coletivo do municipio. Ronaldo Souza cobrou uma posição do município.

NOTA DA REDAÇÃO-  tarifa do transporte coletivo em Petrolina hoje é praticada sob o valor de R$ 2,25 . As empresas querem a partir de agora, R$ 2,45.

Por Marcelo Damasceno,

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